SÉRIE – O CAMINHO DO SUCESSO

CAPÍTULO 8: LISTA DE COMPRA INTELIGENTE

Olá, amadas!

Chegamos a uma etapa do nosso Caminho do Sucesso que eu considero importantíssima, porque até agora nós sonhamos, pesquisamos, escolhemos, testamos e construímos praticamente toda a nossa coleção sem precisar sair comprando um monte de coisa.

Olha que interessante isso.

Nós entendemos quem é o público, criamos uma persona, desenvolvemos um conceito, encontramos uma imagem de referência, construímos a paleta cromática, pensamos na identidade olfativa, escolhemos os produtos, suas propriedades, os frascos e os acabamentos. Aos poucos, aquela ideia que existia apenas na nossa cabeça começou a se transformar em um projeto cada vez mais completo.

Agora chegou o momento de olhar para tudo isso e perguntar: o que eu realmente preciso comprar para tirar o projeto do papel?

E perceba que eu disse “o que eu realmente preciso”, é justamente nessa parte do raciocínio que mora a “inteligência” da coisa, porque a compra feita com consciência começa muito antes de você chegar na loja, ela começa na lista de materiais.

Bora entender melhor?

A LISTA DE COMPRAS É CONSEQUÊNCIA DO PROJETO

Uma das grandes vantagens de construir uma coleção dessa maneira é justamente chegar a esta etapa sabendo muito mais sobre aquilo que precisamos.

Quando compramos por impulso, normalmente acontece o contrário. Vemos uma embalagem bonita e levamos. Encontramos uma essência deliciosa e já imaginamos uma coleção. Gostamos de uma fita, de uma flor ou de um detalhe e colocamos no carrinho pensando que, em algum momento, aquilo poderá servir.

Percebe como o impulso de compra começou pela etapa errada do projeto? É aquela compra que passa a dar o tom de todo o restante da coleção, excluindo justamente o trabalho de pensar no público, nas referências, no conceito, na persona e em tudo o que construímos até aqui.

Pode servir? Claro. Mas também pode ficar meses ou anos parado no estoque.

E estoque parado significa dinheiro parado.

Em uma empresa organizada (e sim, minha senhora, você é uma empresa), a compra não acontece simplesmente porque alguém gostou de alguma coisa. Existe uma análise do que será produzido, do que já existe em estoque, das quantidades necessárias e do dinheiro disponível para aquele projeto. Mesmo que o seu negócio ainda seja pequeno e toda essa empresa caiba hoje dentro de um cômodo da sua casa, essa lógica também pode fazer parte da sua rotina.

Quando você desenvolve o projeto primeiro, a lista de compras passa a ser consequência das decisões que já foram tomadas. Você não entra na loja procurando inspiração; entra sabendo exatamente o que procura.

E isso faz uma diferença enorme para o cartão de crédito! (rsrsrs)

PRIMEIRO, DECIDA QUANTO VOCÊ REALMENTE VAI PRODUZIR

Antes de calcular qualquer matéria-prima, precisamos responder uma pergunta fundamental: quantas unidades dessa coleção você pretende produzir inicialmente?

E aqui eu quero voltar a uma orientação que venho repetindo desde o começo da série: comece com os pés no chão.

Não existe problema nenhum em começar com uma receita de cada produto. Dependendo da formulação e da possibilidade de fracionamento, talvez até uma produção menor seja suficiente para validar a proposta, montar alguns kits, fotografar a coleção e apresentar o trabalho aos primeiros clientes, ou montar um catálogo online.

O importante é não transformar entusiasmo em excesso de estoque.

Você pode ter criado uma coleção maravilhosa e acreditar profundamente nela, mas ainda não sabe exatamente como o mercado responderá. Começar com uma quantidade menor permite observar a aceitação, entender quais produtos despertam mais interesse e fazer uma segunda produção com muito mais informação.

Sonhar grande é maravilhoso, mas sonhar grande com o pé no chão é melhor ainda.

Talvez sua primeira coleção tenha apenas um sabonete, um aromatizador e uma vela. E sabe o que isso já pode ser? Um kit lindo de bem-estar.

Não precisamos começar com quinze produtos e uma produção capaz de abastecer metade da cidade. Precisamos começar com uma proposta coerente, bem executada e dentro daquilo que conseguimos sustentar financeiramente.

TRANSFORME AS RECEITAS EM QUANTIDADES REAIS

Depois de definir quanto será produzido, chega o momento de transformar cada produto em uma lista de matérias-primas.

Se você vai fazer uma receita de sabonete, anote tudo aquilo que essa receita exige. Faça o mesmo com o aromatizador, o creme, o body splash, os sais de banho, a vela e todos os produtos escolhidos para a coleção.

Depois, comece a identificar aquilo que se repete.

A essência é um ótimo exemplo.

Talvez a mesma fragrância seja utilizada no sabonete, no aromatizador e em outro produto da linha. Em vez de calcular cada item separadamente e comprar três quantidades diferentes sem perceber a soma, reúna a necessidade total daquela essência.

Se uma receita utiliza determinada quantidade e outra também, some tudo o que será necessário para a produção planejada. A partir desse total, você consegue avaliar qual embalagem faz mais sentido comprar e comparar os valores disponíveis.

Em alguns casos, uma embalagem maior pode apresentar um custo proporcionalmente melhor. Em outros, comprar uma quantidade grande apenas para aproveitar um desconto significa gastar mais dinheiro e criar estoque desnecessário.

Por isso, o raciocínio não deve ser apenas “qual embalagem é mais barata por quilo?”. A pergunta completa é: qual quantidade atende à minha produção, cabe no meu orçamento e tem chance real de ser utilizada?

Esse olhar precisa ser aplicado às bases, álcool, essências, corantes, extratos, óleos, manteigas, pavios, ceras e todas as outras matérias-primas presentes no projeto.

A sua compra deixa de ser um chute quando fazemos esse raciocínio com antecedência.

ANTES DE COMPRAR, OLHE PARA O QUE VOCÊ JÁ TEM

Depois de levantar tudo aquilo que a produção exige, chegou a hora de fazer uma pequena visita ao próprio estoque.

Veja o que você já possui.

Talvez exista base suficiente para parte da produção. Talvez aquele corante definido na paleta já esteja na sua bancada. Pode ser que você tenha álcool, etiquetas, determinadas embalagens ou algum acabamento que realmente converse com o projeto.

Mas atenção ao “realmente converse”.

Nós falamos bastante sobre isso no capítulo anterior. Não é porque existe uma fita sobrando que ela precisa entrar na coleção. Não é porque você possui vinte tampas de determinada cor que o projeto precisa ser adaptado para usá-las.

Primeiro verificamos se o material atende ao conceito, isso é INEGOCIÁVEL. Quando atende, ótimo: já eliminamos um item da compra. Quando não atende, ele continua pertencendo ao estoque de outro projeto.

Esse levantamento evita uma situação bastante comum, que é comprar novamente algo que já tínhamos simplesmente porque não conferimos antes.

E é aqui que a lista começa a ficar verdadeiramente inteligente.

Você pode separar mentalmente, ou até no papel, aquilo que já tem daquilo que precisa comprar. Só essa pequena organização já deixa muito mais claro quanto dinheiro será realmente necessário para tirar a coleção do projeto.

NEM TUDO O QUE VOCÊ DESEJA É ESSENCIAL PARA COMEÇAR

Existe ainda uma análise que gosto muito de fazer antes da compra: separar aquilo que é indispensável para produzir daquilo que seria maravilhoso ter, mas pode esperar.

Talvez a coleção tenha sido imaginada com uma caixa sofisticada para cada kit, uma tag especial, uma flor decorativa, uma fita diferente e mais alguns detalhes. Todos eles podem enriquecer muito o resultado.

Mas será que todos precisam entrar obrigatoriamente na primeira produção?

Às vezes, a essência, as bases, os frascos e alguns acabamentos são essenciais para colocar a coleção de pé. Um detalhe adicional pode ser incorporado posteriormente, caso o orçamento esteja apertado.

Isso não significa desmontar o conceito nem entregar um produto incompleto. Significa entender onde está o valor principal daquela coleção e decidir conscientemente onde investir primeiro.

O perigo aparece quando gastamos tanto nos detalhes antes mesmo de produzir que falta dinheiro para aquilo que realmente fará o produto existir.

A lista de compras ajuda justamente a enxergar essas prioridades.

Quando tudo está escrito, conseguimos analisar com muito mais clareza o que é necessário, o que pode ser adaptado e o que pode esperar uma segunda etapa.

DEPOIS DA LISTA, VEM O ORÇAMENTO

Com a lista pronta, chegamos a outra parte importantíssima: descobrir quanto esse projeto realmente custa para começar.

Pesquise os valores das matérias-primas, embalagens e acabamentos que ainda precisam ser adquiridos. Compare fornecedores quando fizer sentido, observe quantidades mínimas e avalie as condições de pagamento sem esquecer que preço baixo sozinho não transforma uma compra em uma boa compra.

Uma embalagem maior pode ter um valor proporcional excelente, mas não será econômica se metade dela ficar parada por meses. Uma promoção pode parecer maravilhosa, mas deixa de ser vantagem quando faz você comprar algo que nem estava previsto no projeto.

Compra inteligente é comprar aquilo que o negócio precisa, na quantidade que consegue utilizar e dentro da realidade financeira que você possui naquele momento.

E é aqui que o projeto pode até nos ajudar a tomar uma decisão importante.

Talvez, depois de colocar tudo na ponta do lápis, você perceba que aquela coleção está exigindo um investimento maior do que gostaria de fazer agora. E tudo bem.

Você ainda não comprou nada.

Pode reduzir a primeira produção, diminuir a quantidade de produtos, rever algum acabamento ou até guardar aquele projeto para outro momento e desenvolver primeiro uma ideia que exija um investimento menor.

Percebe a diferença?

Você não está desistindo, você está escolhendo antes de gastar.

COMECE, SEMPRE QUE POSSÍVEL, DE UM LUGAR FINANCEIRAMENTE SEGURO

Existe uma coisa que eu desejo muito para quem está começando: que o negócio consiga nascer com o menor peso financeiro possível.

Se você já possui o valor necessário para iniciar a produção, maravilhoso. Se ainda não possui, talvez seja possível criar uma estratégia para levantar esse dinheiro antes da compra, em vez de começar automaticamente assumindo uma dívida.

Pode ser por meio de outro trabalho, de uma habilidade que você já possui, de alguma atividade temporária ou de uma reserva construída justamente para começar o negócio.

O caminho de cada pessoa será diferente.

O ponto importante é compreender que o dinheiro utilizado para começar também faz parte do projeto.

Às vezes estamos falando de algumas centenas de reais. Se existe a possibilidade de levantar esse valor antes, você começa a produção sem aquela sensação de que uma fatura está correndo atrás de você daqui a trinta dias.

E isso muda muito a relação com a venda.

Quando a primeira coleção já nasce carregando uma dívida maior do que você consegue sustentar, toda venda passa a vir acompanhada de uma pressão enorme. Quando começamos dentro de uma realidade mais segura, conseguimos observar o negócio, aprender e reinvestir com muito mais tranquilidade.

Eu sei que nem todas as pessoas possuem as mesmas possibilidades financeiras, e cada história tem suas circunstâncias. Mas o princípio continua sendo válido: quanto mais consciente for a origem do dinheiro investido e menor for o compromisso assumido antes das primeiras vendas, mais espaço você terá para aprender e crescer.

Não existe vergonha nenhuma em começar pequeno. Ser inteligente é começar de uma maneira que você consegue sustentar.

COMPRAR MAIS SÓ É ECONOMIA QUANDO VOCÊ VAI USAR MAIS

Essa merece atenção porque é uma armadilha muito comum.

Você descobre que precisa de 300 gramas de determinada matéria-prima e percebe que a embalagem de 500 gramas possui um valor proporcional muito melhor.

Pode valer a pena? Pode.

Se aquela matéria-prima terá continuidade na produção, se existe boa perspectiva de utilização e se a diferença cabe no orçamento, talvez a embalagem maior seja realmente uma escolha inteligente.

Mas esse raciocínio precisa acontecer item por item.

Não transforme toda compra em “vou levar o maior porque sai mais barato”.

Porque, no final, você economizou alguns centavos proporcionalmente em cada matéria-prima e gastou centenas de reais a mais em produtos que não precisava naquele momento.

Economia não é apenas pagar menos por grama ou mililitro, mas também é não imobilizar dinheiro sem necessidade.

Por isso, sempre volte para o planejamento de produção. Quantas receitas serão feitas? Quanto cada uma exige? Existe previsão real de uma nova produção? Essa matéria-prima poderá ser utilizada em outras linhas?

É esse conjunto de informações que deve orientar a escolha do tamanho da compra, combinado?

A MESMA IDENTIDADE TAMBÉM PODE OTIMIZAR SUA COMPRA

Tudo aquilo que construímos ao longo dos capítulos anteriores também começa a mostrar uma vantagem prática nesta etapa.

Quando uma coleção possui uma identidade bem definida, muitos elementos se repetem de maneira inteligente.

A mesma essência pode aparecer em diferentes produtos compatíveis com sua aplicação. As mesmas cores podem ser utilizadas ao longo da família. Determinados acabamentos podem conversar entre diferentes embalagens. Uma fita escolhida para um produto pode participar de outros detalhes da coleção.

Isso reduz a quantidade de materiais diferentes que precisamos comprar e ajuda a manter a identidade visual e olfativa da linha.

É mais um motivo para não criar uma coleção em que cada produto parece pertencer a um universo diferente.

Quando tudo está conectado, além de o resultado ficar muito mais profissional, a própria operação pode se tornar mais simples.

Naturalmente, alguns produtos precisarão de adaptações. Como já conversamos, uma fragrância utilizada em determinada aplicação pode não ser adequada para outra, e sempre devemos respeitar as indicações e especificações de cada matéria-prima. Mas, sempre que houver compatibilidade, trabalhar uma mesma identidade pode otimizar tanto a experiência do cliente quanto o planejamento financeiro da produção.

SUA LISTA PRECISA SER UM FREIO PARA A COMPRA POR IMPULSO

Agora vamos imaginar que chegou o grande dia.

Você entra na loja ou abre o site da loja virtual com a sua lista pronta.

É nesse momento que aparece aquele lançamento maravilhoso.

Depois uma embalagem linda.

Uma essência que você nunca sentiu.

Uma fita perfeita.

E aquele produto que você nem sabia que existia cinco minutos atrás, mas agora sente que precisa urgentemente dele para continuar vivendo. (rsrsrs)

Minha senhora, foque!

Você pode conhecer novidades, testar matérias-primas e comprar materiais para estudo. Não existe nada errado nisso quando essa decisão é consciente e cabe dentro da realidade do negócio.

O problema é misturar essa compra experimental com a compra da coleção e perder completamente a noção do investimento planejado.

Sua lista existe para lembrar por que você foi comprar.

Se quiser testar uma novidade e possuir orçamento para isso, trate essa aquisição como aquilo que ela é: um teste, separado da necessidade do projeto, separado do raciocínio financeiro da sua coleção.

Essa pequena diferença de consciência ajuda muito a entender para onde o dinheiro do negócio está indo.

O PROJETO PODE SER LINDO E AINDA ASSIM ESPERAR

Existe uma liberdade muito grande quando fazemos todo esse trabalho antes da compra.

Talvez você termine o projeto, visualize a coleção inteira e pense: “Nossa, ficou maravilhosa”.

Mas, ao mesmo tempo, perceba que outra ideia possui mais oportunidade naquele momento, exige um investimento menor ou conversa melhor com aquilo que seus clientes estão procurando agora.

Você pode guardar a primeira.

Ela continua pronta.

Talvez seja lançada no mês seguinte ou em outra ocasião.

O conhecimento, a pesquisa e as decisões que você tomou não foram desperdiçados.

Esse é justamente um dos motivos pelos quais eu incentivo vocês a exercitarem a criação de projetos mesmo quando não pretendem produzir todos eles imediatamente. Quanto mais praticamos essa construção, mais treinamos nosso olhar e mais rápido começamos a perceber se uma ideia possui força, coerência e viabilidade.

Projetar também é exercício e você não precisa transformar toda ideia em estoque.

SONHAR COM O PÉ NO CHÃO É O QUE PERMITE CONTINUAR SONHANDO

Talvez exista uma sensação de que colocar números, quantidades e orçamento em uma ideia tira um pouco da magia da criação.

Eu penso exatamente o contrário.

É esse cuidado que ajuda a proteger o sonho.

Quando você sabe quanto precisa comprar, quanto pode investir e qual será o tamanho da sua primeira produção, consegue criar com muito mais segurança. Não precisa torcer para que tudo seja vendido antes da próxima fatura nem descobrir depois que gastou grande parte do dinheiro em materiais que não eram essenciais.

Durante todos esses capítulos, trabalhamos principalmente no projeto. Pensamos, pesquisamos, testamos, mudamos de ideia e tomamos decisões antes de comprometer dinheiro em grande escala.

Esse é o poder do planejamento.

Quando chegamos à compra sabendo exatamente o que queremos fazer, diminuímos muito a chance de desperdício e aumentamos nossa capacidade de tomar decisões conscientes.

AGORA, TRANSFORME SUA COLEÇÃO EM UMA LISTA REAL

O exercício deste capítulo é pegar tudo aquilo que construímos até aqui e transformar em uma lista de compras real.

Comece definindo quantas receitas ou unidades pretende produzir de cada produto. Depois, levante todas as matérias-primas necessárias e some aquilo que será compartilhado entre diferentes receitas. Confira o que já existe no seu estoque e risque aquilo que não precisa ser comprado.

Na sequência, acrescente os frascos, tampas, válvulas, rótulos, fitas, flores e demais acabamentos definidos no projeto. Observe se existe algo que seria interessante, mas não é essencial nesta primeira produção, e separe essas escolhas antes de fechar o orçamento.

Só então pesquise os valores e descubra quanto dinheiro será necessário para transformar a ideia em realidade.

Olhe para esse número com calma.

Cabe na sua realidade?

Você pode começar com uma quantidade menor?

Existe algum material que já possui?

Alguma compra pode esperar sem comprometer a identidade?

Existe uma forma segura de levantar o valor antes de assumir uma dívida?

É isso que significa amadurecer um projeto.

O momento da lista de compras é a hora em que o sonho encontra a realidade financeira e os dois precisam aprender a caminhar juntos.

Quero que vocês cheguem à loja com segurança, sabendo o que precisam, quanto precisam e por que estão comprando cada coisa.

Sem preguiça, combinado?!

Ahhhh…. e quanto mais você exercitar esse método, mais natural ele ficará. Daqui a algum tempo, você vai olhar para uma ideia, começar a desenhar o projeto e perceber que todas essas etapas já fazem parte da sua maneira de pensar.

É isso que eu desejo para vocês: autonomia para criar e consciência para transformar talento em um negócio cada vez mais rentável!

Então bora fazer essa lista?

E meu recado final: Sonhe grande!! Mas leva a calculadora junto tá?! (rsrsrs)

Que Deus abençoe vocês e até o próximo episódio.

Beijuuuuuuuuuu!

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